Projeto e pesquisa em andamento, 2017 -

“Além dessa função de proteção, o jardim também cumpria a função vital de uma fonte de alimentação para a artista. Höch, que teve que manter sua obra de arte escondida até o final da guerra, viveu daquilo que colhia no jardim e do que ela podia vender de frutas, verduras e flores. Até a sua morte, em maio de 1978, o jardim foi seu refúgio e a base mais importante para o seu trabalho artístico. [...] No geral, o jardim de Hannah Höch é, ao mesmo tempo, um símbolo de perseverança e resistência das plantas à intolerância e ao esquecimento”.

Tradução do original em alemão: “Neben dieser Schutzfunktion erfüllte der Garten für die Künstlerin ebenso die lebenswichtige Funktion einer Nahrungsquelle. Höch, die ihre Kunstwerke bis zum Kriegsende verborgen halten muss, lebt von dem, was sie im Garten erntet und was sie an Obst, Gemüse und Blumen verkaufen kann. Bis zum ihrem Tod im Mai 1978 ist der Garten ihr Refugium und die wichtigste Grundlage für ihre künstlerische Arbeit. [...] Insgesamt ist Hannah Höchs Garten zugleich ein Symbol der Beharrlichkeit und des pflanzlichen Widerstandes gegenüber Intoleranz und Vergesse“ (STURM & BAUERSACHS, 2007).